Você está endividado por que gasta mais do que
recebe ou gasta mais do que recebe por que está endividado?
Você pode gastar menos do que ganha e evitar dívidas.
Evitar dívidas e gastar menos do que ganha são temas interligados, mas não idênticos. A pessoa faz dívidas porque gasta mais do que ganha. Isso porque quando você gasta mais do que ganha, cria um desequilíbrio nas suas finanças, que pode levar ao uso de crédito, como cartões de crédito ou empréstimos, para cobrir as despesas extras. Então, podemos dizer que a relação entre fazer dívidas e gastar mais do que se ganha é circular. Trata-se, portanto, de um círculo vicioso.
O importante é reconhecer essa dinâmica e trabalhar para quebrá-la. A educação financeira, o planejamento de orçamento e a consciência das suas escolhas financeiras são essenciais para evitar dívidas e garantir que você esteja gastando dentro dos seus meios.
Motivos pelos quais as pessoas gastam mais do que ganha:
Falta de educação financeira: se alguém não sabe como gerenciar seu dinheiro adequadamente, é mais propenso a gastar impulsivamente e acumular dívidas.
Pressão social e marketing: muitas vezes, somos influenciados por anúncios, promoções e até mesmo pelas escolhas de amigos e familiares, levando-nos a gastar mais do que planejamos ou precisamos.
Emergências financeiras: às vezes, gastos inesperados, como despesas médicas, podem levar alguém a gastar mais do que ganha, resultando em dívidas. Adotar um plano preventivo de doenças, como evitar açúcar, sal, bebidas alcoólicas em excesso, comer demais, enfim, optar por uma alimentação saudável – com orientação profissional - e até mesmo fazer exames de sangue periodicamente – com orientação médica -, para conhecer como andam o colesterol, triglicerídeos, glicemia entre outros, pois se controlados, podem evitar doenças e, consequentemente, gastos e dívidas. Prevenir sempre custará mais barato.
Desejo de status social: algumas pessoas gastam mais para manter uma imagem social de sucesso, mesmo que isso signifique acumular dívidas. Isso ocorre quando se tenta acompanhar o estilo de vida de outras pessoas. Isso é muito comum nas redes sociais. Como disse um pensador: “Status é comprar uma coisa que você não quer, com dinheiro que você não tem, para mostrar que você não gosta de quem você é”. Uma fonte inesgotável de dívidas.
Comodismo e falta de planejamento: a falta de um planejamento financeiro adequado pode levar a gastos excessivos por pura inércia. Sem metas financeiras claras, é mais fácil gastar sem pensar nas consequências.
Impulsividade: decisões financeiras impulsivas, como compras por impulso, muitas vezes resultam em gastar mais do que se ganha. A falta de autocontrole pode ser um fator significativo.
Falta de priorização: algumas pessoas não priorizam suas despesas com base em necessidades x desejos. Gastar em itens supérfluos antes de atender às necessidades essenciais pode levar a desequilíbrios financeiros.
Falta de acompanhamento: não acompanhar regularmente os gastos pode resultar em surpresas desagradáveis no final do mês. Manter o controle das finanças é fundamental para evitar gastar mais do que se ganha.
Falta de conhecimento sobre juros: muitas pessoas subestimam o impacto dos juros no pagamento de dívidas. Isso pode levar a decisões financeiras imprudentes, como o uso excessivo de cartões de crédito.
Influência da publicidade: A publicidade pode criar desejos por produtos ou serviços que você realmente não precisa. As promoções e estratégias de marketing podem levar ao gasto excessivo.
Além desses motivos, há outros que devem ser levados em consideração: emocional e genético.
MOTIVOS EMOCIONAIS:
Ansiedade financeira: algumas pessoas experimentam ansiedade em relação ao dinheiro devido a experiências passadas, como dívidas ou instabilidade financeira. Essa ansiedade pode levá-las a gastar excessivamente para aliviar o estresse.
Recompensa emocional: gastos excessivos podem ser usados como uma forma de recompensa emocional. Alguém pode gastar para se recompensar por um dia difícil, criando um ciclo de dependência emocional do consumo.
Desordens emocionais: algumas desordens emocionais, como o
transtorno bipolar, podem causar episódios de gastos excessivos durante os
períodos de mania.
MOTIVOS GENÉTICOS OU AMBIENTAIS:
Herança financeira: comportamentos financeiros podem ser influenciados por padrões familiares. Se alguém cresceu em um ambiente onde o controle financeiro não era priorizado, pode adotar esses mesmos hábitos.
Fatores genéticos na tomada de decisões de risco: é possível que a disposição para assumir riscos financeiros possa ter componentes genéticos. Isso pode afetar a propensão de alguém a investir ou gastar de maneira impulsiva.
Interação entre emoções e genética: há uma interação complexa entre fatores emocionais e genéticos. Por exemplo, alguém com uma predisposição genética para o transtorno bipolar pode ser mais propenso a episódios de gastos excessivos durante os períodos de mania, que são caracterizados por uma elevada energia emocional.
No entanto, é importante ressaltar que, independentemente de qualquer coisa, o controle financeiro pode ser desenvolvido e aprimorado. Educação financeira, apoio psicológico e a prática de hábitos saudáveis de gestão financeira podem ajudar a superar desafios emocionais e genéticos.
Como você pode observar até agora, trata-se de uma questão complexa. Além dos motivos já expostos, há também outro que você deve levar em conta: as suas crenças.
CRENÇAS
Crença pessoal é uma convicção, opinião ou conjunto de valores que uma pessoa mantém em relação a um determinado assunto, seja ele relacionado a moral, ética, religião, ou mesmo questões financeiras. Essas crenças moldam a maneira como uma pessoa percebe o mundo e toma decisões em sua vida e são criadas muitas vezes inconscientemente desde os primórdios.
Crenças negativas sobre o dinheiro são fortes motivos para gastar mais do que se ganha. Conheça algumas e veja se você alimenta pelo menos uma delas. Se for o seu caso, é muito provável que esteja com a situação financeira desfavorável.
CRENÇAS NEGATIVAS SOBRE DINHEIRO
Crença de escassez: se você acredita que o dinheiro é escasso e difícil de obter, isso pode levar a comportamentos de privação e acumulação de dívidas. Eles podem gastar mais como uma forma de aliviar o estresse causado pela crença na escassez.
Crença de autovalorização através de compras: alguns indivíduos acreditam que comprar
coisas caras ou de marca é uma forma de demonstrar seu valor ou status. Isso
pode resultar em gastos excessivos para satisfazer a necessidade de validação
social.
Crença de que dinheiro é única fonte de felicidade: se alguém associa o dinheiro diretamente à felicidade, pode gastar descontroladamente na busca contínua por essa felicidade, mesmo que isso signifique acumular dívidas.
Crença de que a dívida é inevitável: se alguém acredita que a dívida é uma parte inevitável da vida, pode adotar uma atitude complacente em relação às suas finanças, o que pode levar a gastos excessivos e endividamento.
Crença de que o dinheiro é sujo: se você têm uma visão negativa do dinheiro, associando-o a ganância ou corrupção e que buscar riqueza levará à comportamentos imorais, isso pode levá-lo a sabotar suas próprias finanças, inconscientemente evitando acumular dinheiro até mesmo para investir ou criar um fundo de emergência.
Crença de que dinheiro é para os sortudos: a crença de que apenas algumas pessoas sortudas têm a capacidade de acumular riqueza, e que o sucesso financeiro está fora do alcance da maioria. Se você pensa assim, se autocondenou à pobreza.
Crença de que não merece ter dinheiro: sentir-se inadequado ou que não merece prosperar financeiramente, muitas vezes levando a autossabotagem financeira. Se for o seu caso, procure ajuda imediatamente, para se livrar dessa crença.
Crença de que não se pode confiar em ninguém com dinheiro: a desconfiança em relação a instituições financeiras, como bancos, ou em investimentos, levando a manter o dinheiro em espécie e não fazer investimentos, optando por desvalorizar o seu próprio dinheiro.
Crença de que todos os ricos são maus: Se pensar assim, jamais será rico. O curioso é que pessoas com essa crença, costumam viverem endividadas e não acharem que isso é ruim.
Crença de que o dinheiro não traz felicidade: a crença de que o dinheiro não tem impacto positivo na qualidade de vida, o que pode resultar em falta de planejamento financeiro e gastos descontrolados.
Há muitas outras crenças negativas. Você precisa saber se alimenta crenças assim e procure ajuda imediatamente. Acredite, ao mudar a sua visão com relação ao dinheiro de forma positiva, sua vida financeira mudará. Acredite nisso, afinal, é só uma questão de crença e você não nasceu com elas.
A seguir, apresentamos dez crenças que você deve adotar para ter mais controle sobre o seu dinheiro e evitar dívidas.
CRENÇAS POSITIVAS SOBRE DINHEIRO
Crença de que o dinheiro é uma ferramenta: acreditar que o dinheiro é uma ferramenta que pode ser usado para alcançar metas e objetivos pessoais e melhorar a sua qualidade de vida.
Crença de que o equilíbrio é essencial e possível: acreditar na importância de um equilíbrio entre economizar e gastar, em vez de adotar extremos.
Crença que a felicidade vem de dentro: acreditar que a verdadeira felicidade não está intrinsecamente ligada à quantidade de dinheiro que se possui.
Crença de que dívida pode ser evitada: acreditar que a dívida não é inevitável e que o controle financeiro é alcançável.
Crença de que a abundância financeira é possível: acreditar que a prosperidade financeira é alcançável com esforço, planejamento e educação financeira adequada.
Crença de que dinheiro pode ser usado para criar segurança: acreditar que o dinheiro pode proporcionar segurança financeira, criando um colchão financeiro para emergências.
Crença de que o dinheiro pode proporcionar liberdade: acreditar que o dinheiro oferece a liberdade de fazer escolhas significativas na vida, como viajar, investir em educação e perseguir paixões.
Crença de que investir é uma forma inteligente de fazer o dinheiro crescer: acreditar no valor de investir seu dinheiro para que ele possa crescer ao longo do tempo, proporcionando maior estabilidade financeira.
Crença de que compartilhar dinheiro é gratificante: acreditar que compartilhar dinheiro com causas e pessoas em necessidade é gratificante e pode criar um impacto positivo em você e na sociedade.
Crença de que a educação financeira é fundamental: valorizar a aprendizagem contínua sobre finanças pessoais e buscar conhecimento para tomar decisões informadas.
Crença de que o dinheiro é um reflexo do valor que você cria: acreditar que a capacidade de ganhar dinheiro está diretamente relacionada ao valor que você oferece ao mundo por meio de suas habilidades e talentos.
Crença de que a responsabilidade financeira traz paz de espírito: reconhecer que a responsabilidade financeira, como evitar dívidas desnecessárias e viver dentro dos meios, é fundamental para a paz de espírito e bem-estar financeiro.
Se você adotar algumas dessas crenças positivas sobre o dinheiro, de plano, já está combatendo a crença negativa de que o dinheiro é sujo. Você dará um enorme passo para a melhora da sua qualidade de vida.
DÍVIDAS E SUAS CONSEQUÊNCIAS
A partir de agora trataremos da dívida e suas consequências. Antes, é preciso deixar bem claro que há momentos na vida que fazer uma dívida é inevitável. O que você deve evitar são as dívidas inconsequentes, as que não são essenciais para a sua vida. Os motivos pelos quais as pessoas gastam mais do que recebem acima, oferecem boas pistas para não gastar seu dinheiro excessivamente, forçando a se endividar.
Muitos pensadores fizeram reflexões sobre dívida, sobre dever dinheiro para pessoas ou para instituições. Aqui estão algumas delas para as suas próprias reflexões:
Abraham Lincoln: “Não é possível manter-se fora de encrenca gastando mais do que se ganha”. - “Não é possível ter segurança com dinheiro emprestado”.
R. Buckminster Fuller: “Considero essencial pagar todas as minhas
contas o mais prontamente possível”.
William Shakespeare: “Não peças dinheiro emprestado a ninguém”.
John M. Templeton: “A pessoa que pega dinheiro emprestado
sempre se sente nervosa ou desconfortável na presença de quem emprestou”. - “Há
certo conforto e segurança em gerenciar suas finanças tão bem a ponto de você
ter liberdade para escolher como gastar o seu dinheiro”. - “Quem pega dinheiro
emprestado pode ter seu prazer diminuído, pois se preocupa sobre como pagar o
empréstimo”. - “Outra faceta da relação entre quem empresta e quem pega
emprestado frequentemente é a que afeta as pessoas que atrasam o pagamento de
seus empréstimos”. - “Depois de alguns meses atrasando os pagamentos, as coisas
chegam ao ponto do ‘pague agora ou enfrente as consequências”. - “O estigma de
mau devedor pode levar muito tempo para ser apagado”. - “Uma dívida é como
areia movediça, cobre-nos de sentimentos como medo, insegurança e indignidade”.
“Um número cada vez maior de pequenos débitos são como pequenos poços de areia
movediça que demandam cada vez de nosso tempo e preocupação”. - “Dívidas altas
podem afetar uma pessoa de forma gradual, soterrando-a emocionalmente com suas
restrições. Quando isso se dá, a pessoa deixa de se concentrar nas coisas
importantes do dia a dia e pensa somente no que deve”. - “Aqueles que continuam
a aumentar seus débitos para fazer mais e mais compras experimentam um senso de
prosperidade falso e frequentemente se limitam a um estreito conjunto de
pensamentos e ações”. - “As pessoas não gostam de ser serviçais, mas é fácil se
esquecer de que é isso que você se torna quando abusa de conveniências modernas
como cartões de crédito, empréstimos imobiliários, cheques especiais e prazos
de pagamento”. - “Não importa o nome que tenham, empréstimos fazem as pessoas
que os adquirem se sentirem subserviente àqueles que lhes emprestou”.
As perguntas a seguir, são pontos para reflexão para que você tenha condições de fazer a melhor avaliação do ato inevitável de fazer uma dívida e também de como encontrar a melhor solução para resolvê-las. Servem também para que você possa descobrir as suas próprias perguntas com base na sua situação real. O importante é acreditar que as perguntas são as melhores fontes de soluções para quaisquer problemas. Se habitue a fazê-las antes de tomar qualquer decisão.
50 PERGUNTAS QUE VOCÊ DEVE SE FAZER ANTES DE
DECIDIR POR UMA DÍVIDA:
A Necessidade de dívida:
Essa dívida é realmente necessária ou posso adiar
ou mesmo evitar?
Estou usando a dívida para adquirir um ativo que
aumentará meu patrimônio líquido?
Existem alternativas de financiamento sem recorrer
a empréstimos?
A dívida está sendo usada para uma emergência
genuína – caso grave de saúde, por exemplo?
Qual é a finalidade exata da dívida?
Capacidade de pagamento:
Tenho uma fonte de renda estável e suficiente para
cobrir o pagamento da dívida?
Já avaliei o impacto das taxas de juros e encargos
associados à dívida?
Posso criar um orçamento para garantir que
conseguirei pagar a dívida?
Qual é o prazo para pagamento da dívida, e posso
cumprir esse prazo?
Já considerei possíveis variações na minha situação
financeira futura?
Alternativas à dívida:
Já examinei outras opções de financiamento, como
economias pessoais?
Posso vender ativos não essenciais para levantar
fundos em vez de contrair dívidas?
Considerei buscar ajuda de amigos ou familiares
antes de recorrer a empréstimos?
Existe alguma ajuda financeira disponível através
de programas governamentais ou de assistência social?
Planejamento de pagamento:
Tenho um plano claro para pagar a dívida, incluindo
a quantia a ser paga mensalmente?
Qual será o impacto da dívida nas minhas despesas
mensais?
Posso lidar com pagamentos extras, como juros,
taxas e multas?
Tenho uma estratégia para quitar a dívida
antecipadamente, se possível?
Necessidades futuras:
Como a dívida afetará meus objetivos financeiros de
longo prazo?
Já considerei a forma como a dívida pode afetar
minha capacidade de comprar uma casa, investir ou poupar para a aposentadoria?
Tenho um plano para lidar com possíveis despesas
inesperadas no futuro?
A dívida é compatível com meus planos de educação,
carreira e família?
Pesquisa e comparação:
Investiguei diferentes opções de empréstimos e suas
taxas de juros?
Li e entendi completamente os termos e condições do
contrato de empréstimo?
Comparei ofertas de diferentes credores para obter
as melhores condições?
Consultei conselheiros financeiros ou especialistas
em dívidas?
Gastos e estilo de vida:
Já reduzi ao máximo meus gastos não essenciais
antes de contrair dívidas?
Posso adotar hábitos de economia para minimizar o
impacto da dívida?
Já avaliei a compatibilidade da dívida com meu
estilo de vida atual?
Considerei o que precisarei sacrificar para cumprir
com os pagamentos da dívida?
Gestão de riscos:
O que acontecerá se minha situação financeira
piorar?
Tenho um plano de contingência para enfrentar
imprevistos, como desemprego?
Já considerei o impacto da dívida na minha saúde
física e mental?
Estou preparado para as consequências legais em
caso de inadimplência?
Prioridades e metas:
A dívida é a melhor maneira de atingir meus
objetivos financeiros?
Estou disposto a adiar outras metas financeiras
para pagar a dívida?
A dívida está alinhada com meus valores e
prioridades pessoais?
Ela me aproxima de um objetivo de curto, médio ou
longo prazo?
Perspectiva futura:
Como minha vida será afetada a longo prazo por esta
dívida?
Qual é a perspectiva de crescimento da minha
carreira ou negócio que pode ajudar a pagar a dívida?
Como a dívida se encaixa nos meus planos
financeiros de longo prazo?
Estou disposto a fazer os sacrifícios necessários
para pagar a dívida?
Busca de aconselhamento:
Já consultei um conselheiro financeiro ou um
especialista em dívidas?
Busquei opiniões de amigos ou familiares que possam
ter experiência com dívidas?
Considerei o impacto da dívida na minha rede de
apoio social?
Tenho uma rede de suporte emocional para me ajudar
a enfrentar o estresse financeiro?
Consequências e compromisso:
Estou disposto a assumir a responsabilidade total
pela dívida e cumprir o compromisso de pagamento?
Já pensei nas implicações legais e creditícias da
dívida?
Estou ciente de como a dívida pode afetar minha
pontuação de crédito e histórico financeiro?
Que tipo de risco eu corro caso não consiga pagar a
dívida?
50 PERGUNTAS QUE VOCÊ DEVE SE FAZER PARA SE LIVRAR
DAS SUAS DÍVIDAS:
Como sabemos, nem sempre é possível escapar das
dívidas. Se já estiver endividado sem saber por onde começar a procurar formas
de como pagar, aqui estão algumas perguntas que podem lhe ajudar a refletir
sobre as suas dívidas e encontrar soluções para se livrar delas de uma vez por
todas. Além destas, que são apenas sugestões, é importante que você elabore
suas próprias perguntas considerando a sua real situação.
Avaliação financeira:
Quanto devo atualmente e a quem devo?
Qual é o montante total da minha dívida?
Quais são as taxas de juros associadas às minhas
dívidas?
Tenho um plano claro para pagar minhas dívidas?
Quais são as minhas fontes de renda disponíveis
para pagar a dívida?
Orçamento e despesas:
Qual é o meu orçamento mensal atual?
Posso fazer cortes em minhas despesas para liberar
mais dinheiro para pagar a dívida?
Estou monitorando meus gastos de forma consistente?
Estou gastando dinheiro com coisas não essenciais
que poderiam ser economizadas?
Como posso ajustar meu orçamento para acomodar os
pagamentos da dívida?
Priorização de dívidas:
Quais dívidas têm as taxas de juros mais altas?
Qual dívida é a mais urgente para pagar?
Devo priorizar dívidas com amigos ou familiares?
Qual dívida devo focar primeiro: cartões de
crédito, empréstimos estudantis, empréstimos pessoais etc.?
Tenho um plano de pagamento para cada uma das
minhas dívidas?
Negociação com credores:
Já entrei em contato com meus credores para
discutir opções de pagamento?
Existem acordos de pagamento ou planos de redução
de juros que posso negociar com meus credores?
Posso consolidar minhas dívidas para simplificar o
pagamento?
Como estou mantendo registros de todas as
comunicações com meus credores?
Estou ciente dos direitos e proteções que a lei me
oferece como devedor?
Criação de um plano de pagamento:
Quanto posso pagar mensalmente para reduzir minha
dívida?
Tenho um calendário claro para pagar cada uma das
minhas dívidas?
Estou disposto a fazer pagamentos adicionais sempre
que possível?
Estou focando em pagar dívidas com taxas de juros
mais altas primeiro?
Tenho um fundo de emergência para lidar com
despesas inesperadas durante o pagamento da dívida?
Educação financeira:
Estou buscando recursos ou orientação sobre gestão
financeira e eliminação de dívidas?
Li sobre estratégias eficazes para se livrar da
dívida?
Estou aprendendo sobre a importância de poupar e
investir para o futuro?
Como estou melhorando minha educação financeira?
Estou seguindo um plano de ação baseado no que
aprendi?
Acompanhamento e progresso:
Estou acompanhando o progresso na redução da minha
dívida?
Já celebrei as pequenas vitórias ao quitar dívidas?
Tenho um sistema de registro para manter controle
das minhas dívidas pagas?
Estou ciente de quanto da minha dívida já foi paga?
Como estou me mantendo motivado e focado no
pagamento da dívida?
Apoio e rede de suporte:
Compartilhei minha situação de dívida com amigos ou
familiares em quem confio?
Procurei aconselhamento de um profissional
financeiro?
Estou participando de grupos de apoio ou
comunidades online para devedores?
Tenho alguém que me responsabilize por manter meu
plano de pagamento?
Estou disposto a pedir ajuda quando necessário?
Planejamento financeiro a longo prazo:
Como minha situação financeira será afetada quando
eu me livrar da dívida?
Quais são meus objetivos financeiros de longo prazo
após pagar as dívidas?
Como estou me preparando para construir riqueza e
segurança financeira?
Tenho um plano para evitar dívidas futuras?
Estou focando em construir um fundo de emergência?
Agora responda: como este texto me ajudou a
tomar decisões sobre evitar ou pagar dívidas? Por quê?
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